Ressonância Magnética

Ressonância Magnética

Ressonância Magnética

O que é?

A ressonância magnética é um exame de imagem não invasivo e indolor que produz imagens de órgão internos e tecidos em 2D e 3D com alta definição.

A ressonância, ao contrário da tomografia, não emite radiação, e o contraste (quando necessário) não costuma causar reações alérgicas

A ressonância é um exame com múltiplas utilidades.

Por capturar imagens com detalhes e em alta definição, pode ser usado para analisar suspeitas e condições muito diversas, como esclerose múltipla, tumor cerebral, tumor nas mamas, coágulos, hérnia de disco, lesões nas articulações, tendinites, alterações no fígado, acidente vascular cerebral (AVC) em estágio inicial, traumas, entre outras.

Preparo

Antes de realizar o exame, normalmente o paciente deve responder a um questionário com algumas informações médicas simples, como alergias e cirurgias prévias.

O aparelho de ressonância é como um imã gigante, por isso é de suma importância que não se entre na sala com objetos de metal, como brincos, piercings, jaquetas com botões metálicos, colares, calças com zíper, grampos de cabelo, relógio, entre outros.

Usualmente a clínica costuma fornecer uma roupa apropriada para que o paciente possa se despir por completo e garantir que nada metálico irá interferir. Pessoas que possuem implantes metálicos e/ou eletrônicos, como marcapassos, stents deverão consultar o seu médico antes de realizar seu exame, já que pacientes que possuem stents coronaria podem realizar o exame após 3 meses e os marcapassos mais modernos podem ser ajustados para a realização do exame.

A necessidade de jejum depende do protocolo do hospital e da região em que o exame será realizado. Em alguns casos pode ser necessário jejum de até 6 horas.

QUANDO FAZER?

A ressonância não é um exame utilizado para rastreamento; ele é requisitado caso a caso, de acordo com necessidades específicas do paciente. É muito usado para investigar condições que acometem o sistema muscular, esquelético, nervoso, vascular e endócrino, mas há muitas outras aplicações.

Contraste Hepato-Específico

Como sabemos, ressonância magnética (RM) é um exame bem estabelecido para a avaliação de lesões focais hepáticas. Entretanto, até 60% dos nódulos malignos, particularmente os menores do que 1,0cm e em fígados cirróticos, podem não ser detectados e nem caracterizados pela RM.

Os contrastes hepato-específicos foram criados para aumentar a sensibilidade e a especificidade da RM na avaliação das lesões focais hepáticas. Pensando nisso, nos dedicamos em busca de conhecimento e qualificação para ofertar exames de ressonância com uso dessa técnica.

O contraste hepato-específico (ácido gadoxético – Primovist*) tem como utilidade principal melhorar a detecção e a caracterização de lesões hepáticas focais, por exemplo, em hepatopatas crônicos com suspeita de hepatocarcinoma. Por apresentar captação seletiva por hepatócitos funcionantes na fase hepatobiliar tardia, auxilia na detecção de hepatocarcinomas típicos, a maioria dos quais, apresentando hipossinal nessa fase. Essa característica de imagem também auxilia na diferenciação entre nódulos regenerativos/displásicos e hepatocarcinomas precoces (com mais de 90% de acurácia), e entre hepatocarcinomas hipervascularizados e focos de pseudorrealce arterial. Perspectivas futuras promissoras incluem sua utilização na quantificação de função e de fibrose hepáticas.

Vale frisar que, por se tratar de um exame específico, ele só será realizado expressamente através de solicitação médica.

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